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Olá Moms,

O livro da Eva Furnari- Não confunda, é um sucesso com a minha filha de 3 anos.
Eva Furnari rima palavras de forma hilariante, além de suas ilustrações maravilhosas e engraçadas. 
Aproveitamos o momento para rimarmos outras palavras, desta forma, estimulamos sua criatividade e raciocínio lógico.
Na última página do livro, ela se descreve e aproveitamos mais este momento para nos descrevermos. 
Vale a pena conferir!


Cantinho da Leitura



Olá Moms,

A partir de hoje vou postar dicas de leitura e títulos de bons livros para as crianças 0-6 anos.
Vamos lá! Algumas dicas para os pequenos, 0-3 anos.

  • Reserve um momento na rotina para leitura;
  • Segure o livro para que possam ver as ilustrações;
  • Escolha livros com imagens grandes;
  •  Livros com textos pequenos;
  •  Crianças adoram surpresas;
  •  Leia devagar;
  • Interprete a história, mude o tom de voz;
  • Os pequenos adoram histórias com repetição;
  • Use fantoches para criar histórias.





Cadê Minha Mamãe?
Escritor: A. J. Wood e Rachel Williams 

Ilustrador: Sam Chaffey 

Editora: Brinque-Book 


Um pintinho sai pela fazenda em busca de sua mãe. Pergunta aos carneiros, aos porcos, à vaca, procura no celeiro e até no telhado. E quando o filhote já está bastante triste, sua mãe enfim chega cacarejando: “Por onde você andou? Eu cansei de te procurar por todo lugar.” Em poucas páginas, bastante ilustradas e com pop-ups atraentes, o livro mostra a insegurança de um filhote na ausência da mãe e o aconchego do reencontro. Com linguagem simples, visual bem trabalhado e tema muito pertinente, é uma leitura bastante adequada para crianças desde pequenas.

Próxima semana, dicas para crianças de 3-6 anos!
Até lá!

Fabiane
Mom's Club




Crianças seguras, crianças felizes!

Disciplinar um filho é uma tarefa que parece nunca terminar. É um processo; a construção dinâmica de uma relação de respeito e obediência.
A dificuldade em disciplinar um filho sendo permissivo em excesso pode contribuir para situações críticas. Ser pai e mãe é também ter que dizer não aos filhos. Mas como fazer isso? Como educar sem usar a palmada?

O uso da palmada para disciplinar um filho é um tema bastante controverso. Porém, disciplinar possui diferentes significados. A punição corporal é utilizada principalmente pela produção de um efeito imediato, mas também pelo desconhecimento dos pais sobre as fases do desenvolvimento infantil, outras estratégias educativas e os malefícios da educação coercitiva.

As gerações anteriores de pais e mães fizeram o uso da palmada sem culpa. Então por que os pais de hoje devem disciplinar os filhos de modo diferente? “Ninguém morreu por apanhar quando pequeno...” não é o que se diz?

Hoje se sabe que pais punem fisicamente seus filhos na mesma medida em que foram punidos na infância. A punição corporal é uma forma de opressão e de coerção que parece aceita em nossa sociedade. Mas todo o tipo de agressão é injustificável, tanto do ponto de vista ético, moral, social, humano, quanto psicológico e científico. A violência em casa perpetua um ciclo vicioso no qual o agredido pode tornar-se o agressor. E o que acontece quando irmãos se batem? Os pais que usam a palmada para educar podem falar “Não bata no seu irmão. Isso não é certo.”? A educação é um processo de acontece sobretudo através do exemplo. Filhos imitam os pais.

A deputada Federal Maria do Rosário, pedagoga, autora do projeto de lei que proíbe a palmada para educar os filhos esclarece que a lei é uma tentativa de alertar pais para outras formas de educação e defender a criança de maus tratos.

Situações cotidianas junto aos filhos frequentemente são desafios para os pais. A reflexão sobre o tema gera novas possibilidades. Pais agindo diferente causam respostas diferentes nas crianças. O aprendizado gera mudança porque reconfigura; e a mudança gera aprendizado porque abre uma busca por novos significados.

Há várias outras formas de disciplinar um filho. Muitas delas bem menos desgastantes do que o uso da palmada. Informe-se em livros, converse com profissionais da área. Você descobrirá formas que se adaptam à sua realidade e construirá novas maneiras de se relacionar com seu filho.
Cristiane Ferraz
Psicóloga e Musicoterapeuta
CRP 06/52301-9
Parceira Mom's Club




Como escolher a melhor escola para seu filho!


Escolher uma escola para matricular seu filho (a) nem sempre é uma tarefa fácil, pois o papel desta instituição vai além do cuidar e ensinar. A parceria da escola com os pais é cada vez mais presente e tem como objetivo construir valores morais e proporcionar o desenvolvimento global da criança.

Existem muitas linhas que norteiam as escolas, como a tradicional, construtivista, sócio construtivista, entre outros, mas hoje é cada vez mais difícil encontrar uma que siga exclusivamente uma delas. Para saber qual é a base pedagógica da escola, a dica é procurar se informar para tomar a grande decisão com tranquilidade, segurança e consciência.

Ao visitar as instituições selecionadas procure observar também o espaço físico, saber da formação dos profissionais, como e quando a escola faz as avaliações das crianças, peça para conhecer a rotina das crianças (observar uma atividade em andamento), a importância que se dá ao brincar, etc.

O método tradicional ganhou o mundo no século 18 com o objetivo de universalizar o acesso ao conhecimento a todos. Essas escolas acreditam na figura do professor como sendo aquele que centraliza os conhecimentos, que parte do pressuposto de que todos os alunos partem de um mesmo ponto e chegam juntos ao mesmo lugar (conhecimento). Este modelo, tende a rigidez em relação à disciplina, forma utilizada para conseguir transmitir de maneira teórica o mesmo conteúdo para todas as crianças.

construtivismo foi uma concepção de ensino desenvolvida pelo biólogo, psicólogo e filósofo Jean Piaget. Piaget passou grande parte de sua carreira profissional interagindo com crianças e estudando o seu processo de raciocínio. Esta concepção entende que o conhecimento não é dado para a criança e sim construído por ela através de suas vivências e experiências com o meio que está interagindo. Por isso, o ambiente escolar é elaborado para estimular a relação entre as crianças e o conhecimento, criando oportunidades de troca e aprendizado, mediados pela figura do professor. Aqui se leva em consideração todo o conhecimento que o aluno traz consigo desde bebê, pois é a partir deste conhecimento prévio que a criança irá interagir e estabelecer relações com o novo que a rodeia.

O sócio construtivismo foi uma concepção desenvolvida pelo psicólogo bielo-russo Lev Vygotsky. Segundo Vygotsky, o foco do aprendizado é a interação da criança com o outro e com o meio em que está inserida, portanto todo o conhecimento é mediado e isso torna o papel do ensino e do pro fes sor mais ativo. Nesta concepção o ensino deve se ante ci par ao que o aluno ainda não sabe e nem é capaz de aprender sozinho. É a isso que se refere um de seus prin ci pais con cei tos, o de "zona de desenvolvimento proximal", que seria a dis tância entre o desenvolvimento real da criança e aquilo que ela tem potencial de aprender, ou entre "o ser e o tornar-se".

Em muitas escolas há influência de mais de uma linha, e isso não é um problema, o que importa é que a escola tenha uma linha a seguir e esta está de acordo com aquilo que você deseja e acredita ser o melhor para seu filho (a). 
Portanto, antes de tomar uma decisão, questione-se e reflita que tipo de educação você quer para seu filho (a) e se esta linha está de acordo com seus valores. Seja participativa com as atividades da escola, faça perguntas sempre que achar necessário e não tenha medo de mudar de direção caso perceba que não fez uma boa escolha.

Elizabeth Fonseca Toutin
Pedagoga e Pós Graduada em Educação Lúdica